sexta-feira, 16 de agosto de 2013

8. Silenciando o SILÊNCIO

AQUI-AGORA as personagens não agem, não falam e não pensam: silenciam, deixam-se calar, não por obrigação ou constrangimento, mas por livre e consciente escolha.

Há, portanto, uma nova compreensão, um novo entendimento, uma nova experiência, uma nova meta mais elevada do coração...

Só é possível chegar até este ponto de buscar algo novo e substancial no Silêncio, quando se compreende que outras alternativas experimentadas não atenderiam plenamente aos anseios mais elevados do coração.

Assim... pode-se iniciar o estágio desta preparação SILENCIANDO O SILÊNCIO, que equivale a dizer: SIM, AO CORAÇÃO, RENUNCIANDO AO BARULHO EXTERNO E INTERNO, MAS NÃO POR REJEIÇÃO OU FUGA OU CONFLITO OU ANTAGONISMO OU REAÇÃO QUALQUER QUE SEJA, MAS TRANSCENDENDO OU INDO ALÉM DE SI MESMO, NA SIMPLICIDADE E NA HUMILDADE, NA TRANSPARÊNCIA, NA PUREZA DE INTENÇÃO DO CORAÇÃO!

Até Breve e um beijo silencioso no silêncio do seu coração...
artur.

Nenhum comentário:

Postar um comentário